domingo, 30 de outubro de 2011

Outlet de Materiais de Construção

* Por Fabianni Melo

Desde junho, a varejista Dicico vem testando o formato de outlet para materiais de construção. A empresa não divulga números mas deve estar satisfeita com os resultados já que pretende abrir mais quatro unidade do tipo, até o final de 2012, na grande São Paulo, região onde atua fortemente.

Seguindo o mesmo formato de outlet de vestuário, onde produtos fora de linha são vendidos com descontos, o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, afirma “Material de construção também sai de moda”.

O objetivo da Dicico, com o outlet, é de oferecer aos clientes produtos como louças, revestimentos e tintas até 40% mais baratos do que nas lojas tradicionais.

Fica aí a inspiração para novas ideias!

* Com base na reportagem do Jornal Brasil Econômico – 26/10/11

sábado, 29 de outubro de 2011

10 regras do marketing nas mídias sociais

A influência da Internet no dia-a-dia das pessoas é cada vez maior e o marketing nas mídias sociais fica cada vez mais evidente nas atividades dos internautas. Para as empresa é uma mudança de rumo e para os profissionais do marketing digital, um novo enfoque para campanhas.
Seguem aqui dez leis do marketing para mídias sociais, sugeridas pela presidente da Creative KeySplash Inc, Susan Gunelius.

1. A Lei do Foco
Especializar-se é muito melhor do que ser “pau para toda a obra”. Uma mídia social altamente focada e uma estratégia de marketing de conteúdo destinam-se a construir uma marca forte. Elas terão mais chance de sucesso do que uma estratégia global que tenta ser tudo para todas as pessoas.

2. A Lei de Escutar
O sucesso em mídia social e marketing de conteúdo depende muito mais do ouvir do que do falar. Leia o conteúdo divulgado pelo seu público alvo e participe de discussões para saber o que é importante para eles. Só então você poderá criar conteúdos e conversas que agreguem valor aos seus clientes e prospects.

3. A Lei da Qualidade
Qualidade triunfa sobre a quantidade. É melhor ter mil contatos on-line que leem, compartilham e falam sobre o seu conteúdo que 10 mil conexões que desaparecem depois de se conectar com você apenas uma vez.

4. A Lei da Paciência
Resultados em mídias sociais e marketing de conteúdo não acontecem da noite para o dia. Embora seja possível fazer ações relâmpago, é muito mais provável que você precise comprometer-se a longo prazo para alcançar resultados.

5. A Lei da Composição
Se você publicar conteúdo de qualidade e trabalhar para construir a sua audiência online, seus seguidores irão compartilhar seu conteúdo com seus amigos no Twitter, Facebook, LinkedIn, seus próprios blogs e muito mais.
Este compartilhamento e discussão sobre seu conteúdo abrem novos pontos de entrada para os motores de busca. Assim seu conteúdo estará acessível a um número cada vez maior de pessoas.

6. A Lei do Valor
Se você gastar todo seu tempo nas mídias sociais falando sobre seus produtos e serviços, as pessoas vão parar de ouvir. Você deve adicionar valor à conversa. Concentre-se menos em conversões e muito mais na criação de conteúdo surpreendente, desenvolvendo relacionamentos com pessoas influentes.

7. A Lei da Influência
Dedique tempo para os influenciadores online em seu mercado, que têm um público de qualidade e podem estar interessados em seus produtos, serviços e negócios. Faça contato com as pessoas e trabalhe para construir relacionamentos com eles.
Estes contatos podem compartilhar seu conteúdo com seus próprios seguidores, o que poderia colocar você e sua empresa na frente de um público novo enorme. Lembre-se: para isso a informação deve ser útil.

8. A Lei de Reconhecimento
Você não iria ignorar alguém que o aborda pessoalmente, por isso, você não deve ignorá-los online. Construção de relacionamentos é uma das peças mais importantes do sucesso em mídias sociais. Sempre reconheça e converse com cada pessoa que chega a você.

9. A Lei da Reciprocidade
Você não pode esperar que os outros compartilhem o seu conteúdo e falem sobre você se você não fizer o mesmo por eles. Assim, uma parte do tempo que você gasta em mídias sociais deve ser focado em compartilhar e falar sobre o conteúdo publicado por outros.

10. A Lei de Acessibilidade
Não publique o seu conteúdo e depois desapareça. Esteja disponível ao público. Isso significa que você precisa publicar conteúdo de forma consistente e participar das conversas. Se você não estiver disponível seu público não hesitará em abandoná-lo.

Fonte: Blog do e-commerce

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

NÃO BASTA SER BONITINHO. TEM QUE TER CONTEÚDO

Por Thiago Borges

“Design de estética não gera resultado sozinho”. Essa é a fala de Sergio Barbi, diretor-executivo do escritório de design FRCH Brasil, que palestrou nesta quarta-feira (26/10) no Brazilian Retail Week, maior evento de varejo do País, que acontece em São Paulo.

Barbi aponta que não basta os varejista brasileiros se inspirarem em exemplos internacionais, com lojas bonitas, se não aplicarem a sua realidade quatro fatores do design que dá resultado de verdade – ou seja, que vai além da estética.

1.Beleza é fundamental: mas tem que ser mais que do que qualquer um. Steve Jobs entendeu isso e fez da Apple um ícone da moda. As lojas da fabricante falam com os produtos. Assim também acontece com a Tiffany, em que o luxo justifica o preço do quilate das joias comercializadas.

2.Eficiência: se o produto tem mais funções que seus similares, é na loja que o consumidor vai perceber isso. A loja de DVDs da Discovery vende descobertas, não só meros documentários.

3.Identidade própria: o consumidor percebe quando algo não soa verdadeiro. Por isso, sua marca tem que ter personalidade. A Harley-Davidson é tão querida que o pública faz tatuagens com seu logo. Já a Chilli Beans reflete sua força no jeitão dos colaboradores. Eles têm a cara da marca.

4.Turbine a competitividade: você pode ter todos os três atributos anteriores, mas precisa passar isso à frente. A Starbucks é vista como extensão da casa e do trabalho; a Apple conseguiu passar a mensagem de leveza do seu MacBookAir ao pendurar um exemplar num balão em uma vitrine.

Engajar colaboradores não é uma tarefa fácil

Por Elaine Medeiros

Sem dúvida a ascensão da nova classe média tem trazido benefícios para a economia e mais especificamente para o varejo. Mas junto com esse acesso e suas vantagens é preciso
pensar também em problemas como a alta rotatividade que há entre os colaboradores e o que o varejo precisa fazer para retê-los. Pensando nisso, representantes do Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Telha Norte, Le Postiche, Ri Happy e Portobello se reuniram na plenária de hoje para discutir o tema: “o engajamento do capital humano para o crescimento sustentável do varejo”.

Mediados pela jornalista Christiane Pelajo, a primeira questão que veio à tona na cabeça dos varejistas foi como convencer seu colaborador de que apesar do varejo possuir uma rotina frenética, com trabalhos aos finais de semana, metas e horas extras, é possível obter também qualidade de vida.

“É mais caro buscar e treinar do que reter. Sabemos que o varejo não é o objeto dos sonhos de ninguém, mas é possível pensar sim em um plano de carreira dentro dele, ainda que isso não aconteça de imediato”, explica Juarez Leão, diretor de varejo e franquia da Portobello, aproveitando para acrescentar que o perfil dos funcionários está mudando e que hoje eles prezam mais pela qualidade de vida, do que necessariamente pela remuneração. “No passado fazia-se de tudo para bater meta, inclusive puxar tapete, ao ponto de criar um clima neurótico de trabalho e perda de qualidade nas relações. Hoje é preciso haver um equilíbrio na empresa para que não se foque só nisso”, completa Leão.

Diante desse cenário os convidados foram unânimes ao dizer que os benefícios oferecidos por cada uma de suas empresas pode fazer toda a diferença na hora do profissional pensar em procurar um varejista concorrente. Plano de carreira; auxílio-creche, educação, saúde e demais serviços ligados a responsabilidade social, ou até mesmo atividades esportivas, como no caso do Grupo Pão de Açúcar, podem ajudar. “Uma das nossas maiores ferramentas de retenção indireta de pessoas é o GPA Clube, um grupo de corrida e caminhada que costuma atuar em São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste. Afinal, a qualidade de vida já é um pré-requisito para quem quer trabalhar no varejo”, explica Hugo Bethlem, vice-presidente do Pão de Açúcar.

Para Leão essas medidas precisam ser estendidas inclusive aos franqueados. Já Manoel Corrêa, presidente do Telha Norte, acredita que identificar os valores da empresa é preponderante. “Para isso temos inclusive uma cartilha com nove valores voltados para diversidade e respeito”.

Aliado a essas possíveis soluções, Ricardo Sayon, presidente da Ri Happy, lembra que “o varejo é o segmento estupidamente menos privilegiado no que diz respeito às leis trabalhistas, e olha que somos os maiores empregadores do País! As possibilidades de mudança, adequação e enquadramento das necessidades especiais estão mudando lentamente quando comparadas a outros setores”, revela.

Telma Rodrigues, diretora de recursos humanos do Magazine Luiza, compartilhou da mesma opinião, mas destacou que com o esforço coletivo de todos os envolvidos é possível reverter esse cenário do varejo no Brasil. “Há alguns estudos sobre leis trabalhistas desenvolvidos pelo Instituto do Varejo. Isso pode ser um começo”.

Como engajar a geração Y?
Os convidados também concordaram com a idéia de que essa geração é mais antenada e preparada para executar muitas tarefas ao mesmo tempo, mas no caso do varejo é preciso considerar um detalhe na hora da contratação: “eles têm problemas com hierarquia porque às vezes não trazem isso de casa”, explica Bethlem.

“Na verdade o interesse deles é superficial e consequentemente se tornam mais descompromissados. Por isso, embutir novos valores para essa geração acaba se tornando desgastante”, complementa Alessandra Restaino, presidente da Le Postiche.
Por outro lado, Telma Rodrigues lembra de alguns valores trazidos por esse novo perfil de colaborador: “Nós, que viemos antes dessa geração do ‘eu já sei’ e somos pais, contribuímos para isso. Mas é preciso não se esquecer de que eles também trazem valores fortes e não abrem mão disso. Ou seja, quando eles acreditam numa causa, que vai além de um plano de carreira, eles acabam se envolvendo mais com a empresa contratante”.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Novas tendências do varejo

Bons gestores sabem se adequar às novas tendências de mercado.

Segundo o coordenador do Núcleo de Estudos do Varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), professor Ricardo Pastore, o varejo atualmente lida com o apagão de talentos e é preciso, mais do que nunca, entender como as pessoas decidem suas compras.

Pastore acredita que a tática evita que se invista em anúncios e promoções e que se perca consumidores no ponto de venda, na hora da compra. Para o professor, o grande ativo do varejista é o cliente. “Enquanto a indústria tem as suas marcas e produtos, o varejista tem o cliente”, avalia o profissional, que completa que é preciso, então, saber proteger e agradar o consumidor.

Para Pastore, o varejo deve aproveitar a situação de contato diário com o cliente, que se revela como uma “ligação muito forte”. Uma das táticas para o objetivo é investir em projetos a favor da sustentabilidade. “O conceito (da sustentabilidade) tem contato direto com o consumidor final e quem não o pratica já está em prejuízo em relação aos concorrentes”, explica.

Além disso, o atendimento e a própria organização do PDV surgem como outros diferenciais essenciais. Segundo pesquisa recente do Popai, 65% das compras no varejo tratam-se de produtos não planejados inicialmente – o que deixa clara a importância dos fatores citados como promotores de venda.

Atualmente, fica difícil rotular um consumidor como fiel a um varejo ou a um ponto de venda específico, já que a concorrência é enorme e a maioria dos consumidores se baseia em no quesito praticidade para realizar suas compras. Porém, existem alguns quesitos que diferenciam um ponto de venda do outro, como: Oferta de serviços aos clientes, qualidade dos produtos, apresentar características de varejo multicanal e disponibilidade de produtos.

Fonte: Núcleo de Estudos do Varejo - ESPM

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Papo de Negócio

O Sebrae promove nesta quinta-feira (27) o Papo de Negócio, iniciativa inédita que pretende democratizar o acesso a informação e capacitação no mundo dos negócios. O tema escolhido para o lançamento do produto é a importância da internet como ferramenta de competitividade para a pequena empresa.

O evento será transmitido online em três momentos, às 10h, às 16h e às 20h, quando diferentes especialistas falarão do assunto de forma teórica, técnica e prática. As palestras são gratuitas e abertas ao público.

Para participar, basta acessar o portal do Sebrae: www.sebrae.com.br/papodenegocio

Aproveite e assista! É mais conhecimento para você!

30 erros + frequentes em mala direta

A mala direta é um veículo de comunicação indicado para várias situações e muito utilizada, principalmente, na época de final de ano.

Pensando nas empresas que utilizam ou que querem utilizar este meio de comunicação dirigida ao público que se quer atingir, os Correios elaborou um pequeno manual com 30 erros mais frequentes em mala direta. Clique AQUI para aproveitar as dicas e boas vendas!

Equipe de Comércio Varejista

Boletim Oportunidades & Negócios – Varejo - Outubro/2011. Tendências de Promoções para Final do Ano.

Aprenderemos nesta edição de outubro do Boletim Oportunidades & Negócios – Varejo de que a promoção de vendas é uma estratégia de mercado que a cada dia torna-se decisiva para as empresas continuarem na luta pela conquista de mercados e enfrentarem uma concorrência altamente acirrada, com o objetivo de aumentar o nível de faturamento da empresa em curto prazo. Veremos ainda que é comum que as empresas realizem suas maiores promoções na época de festividades, visando aproveitar as vendas por impulso, principalmente no Natal e Réveillon, pois nessas ocasiões as pessoas se tornam ainda mais emotivas e são mais facilmente impactadas pelas ações promocionais. Essas e outras informações no decorrer da Leitura.

A reinvenção no varejo na era das oportunidades

Por Fabianni Melo

Teve início ontem (25.10), em São Paulo, o evento Brazilian Retail Week BR Week. Com a proposta de apresentar e explorar conteúdos relacionados ao tema “A reinvenção no varejo na era das oportunidades”, o evento contou com a participação de executivos de grandes varejistas, formadores de opinião e CEOs de empresas bem conceituadas como debatedores do assunto.

Ao longo do dia, os participantes puderam desfrutar de palestras e debates com temas envolventes e instigantes que nos levaram a reflexão da situação atual e do futuro do varejo.

Alejandro Padron da IBM mostrou dados inéditos de uma pesquisa realizada em 13 países sobre o consumidor, dando ênfase a realidade do varejo brasileiro e o grau de instrumentação dos nossos consumidores.

Em outro painel composto por empresas como Rei do Mate, Camisaria Colombo, Deloitte, Grupo Pão de Açúcar e Shopping Center Norte, o destaque ficou nas sábias palavras de Nelson Kheirallah, da Camisaria Colombo, empresa atuante no comércio há 94 anos. “O segredo para a reinvenção é 1% de inspiração e 99% de transpiração”, afirmou Nelson. Ele ainda reforçou a ideia de que o varejo deixou de ser comércio e passou a ser serviços. “O consumidor compra daquele que oferece melhor atendimento e que tem melhor serviço”, comentou.

A integração do varejo com a indústria, as práticas de sucesso que fortalecem as experiências de compras no varejo, a relação do varejo multicanal com um único cliente e a expansão do modelo de franquias no Brasil foram outros temas abordados por experts que contribuíram muito para a atualização e informação dos participantes do evento.

Acompanhe as postagens, em breve, relatarei com detalhes os destaques do evento BR Week.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Loja tem tudo

Escrito por Ticiana Werneck

“O consumidor não está sempre certo, assim como a Eataly também não está”. “A Itália não é perfeita, assim como a Eataly também não”. Esses são alguns dos slogans da Eataly, rede italiana que mistura restaurante slow food, mercado gourmet e centro de cursos de culinária, onde a experiência de compra é o grande diferencial.

Já são 15 lojas pelo mundo – sete na Itália, sete em Tóquio e uma em Nova York. Aberta em agosto de 2010, a loja nova-iorquina, da Broadway, soma cinco mil metros quadrados e faturou em seu primeiro ano US$ 70 milhões – US$ 10 milhões a mais que as sete lojas italianas somadas.

Com a loja novaiorquina, a rede foi a vencedora na categoria “Formato Vencedor”, do Prêmio World Retail Awards, promovido pelo evento World Retail Congress. “A loja tem tudo”, avaliaram os jurados. O local é uma evolução do conceito original criado em Turim pelo fundador Oscar Farinetti. Hoje, a direção está a cargo do filho mais velho Francesco Farinetti, de 30 anos. Por lá, há espaço para produtos gastronômicos variados, a maioria importada da Itália. Os ingredientes vendidos nas prateleiras também abastecem a cozinha dos restaurantes. São sete restaurantes temáticos servindo massa, pizza, vegetais, carnes, salames, queijos e frutos do mar.

O Brasil está na rota de expansão da rede. “Recebi propostas de empresários brasileiros para levar a marca para São Paulo, que seria a cidade perfeita para a primeira franquia”, comentou o jovem CEO.

Fonte: No Varejo

Como adequar meu negócio à Política Nacional de Resíduos Sólidos?

Tornar o seu negócio sustentável, com o menor impacto possível para o ambiente, não é mais uma opção, e sim uma obrigação do empreendedor. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher e a destinar corretamente o lixo produzido em diversas etapas: no desenvolvimento do produto, na obtenção de matérias-primas e insumos, na produção, no consumo e na disposição final. A lei vai exigir que muitas empresas desenvolvam um sistema de logística reversa, que permita o retorno dos resíduos à indústria para serem reaproveitados. “As novas regras chegaram para dividir a responsabilidade entre todos os players, dos fabricantes aos consumidores”, diz a técnica especializada em Resíduos Perigosos do Ministério do Meio Ambiente, Mirtes Boralli.

A nova lei, sancionada há um ano e regulamentada em dezembro de 2010, está em fase de implementação. Estados e municípios têm até 2012 para definir o modelo de recolhimento, reciclagem e destinação final dos resíduos. Do lado de fabricantes, importadores e varejistas, as discussões estão a cargo de grupos que reúnem representantes do governo e de associações setoriais: a expectativa é que os planos de logística reversa sejam apresentados também até o início de 2012. Enquanto metas e procedimentos específicos de cada setor são discutidos, cabe aos empresários encontrar a melhor maneira de encaminhar os resíduos produzidos por seu negócio — e, quem sabe, até ganhar dinheiro com isso.

1. PLANO DE RESÍDUOS
Pela nova lei, toda empresa terá de descrever o ciclo de vida de seu produto e a operação de tratamento dos resíduos gerados durante sua fabricação. Há uma exceção. O Decreto 7.404, que regulamenta a PNRS, diz que micro e pequenas (com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões) que gerem apenas resí¬duos sólidos domiciliares (papel, lixo comum) estão dispensadas de apresentar um plano de gerenciamento de resíduos sólidos. Para todas as demais, o plano é obrigatório: haverá fiscalização por parte dos municípios.

“Os pequenos podem e devem começar a elaborar desde já um diagnóstico dos resíduos que geram”, diz o responsável pelo Departamento de Meio Ambiente e Sustentabilidade do escritório de advocacia Felsberg e Associados, Fabrício Soler. “Está na hora de pequenos e médios empresários reverem seus processos, desde a produção até o destino final do produto, passando por sua função social, seu design, embalagem e transporte”, diz Helio Cesar Oliveira da Silva, coordenador de Bacharelado em Administração — Gestão para Sustentabilidade do Senac-SP.

Na prática, isso significa ir além da simples lição de casa (coleta seletiva de materiais, racionamento de energia e reúso de água, quando apropriado) e passar a ter um entendimento completo de toda a cadeia de matérias-primas e insumos em que a empresa está envolvida. Será necessário ainda treinar os funcionários para que se adaptem a essa nova cultura sustentável. “Essa preparação, aliada a uma campanha de conscientização do consumidor, será um grande facilitador para a parte final, que é o descarte”, diz Silva.

Em vez de encarecer os custos de produção, a nova lei pode até gerar economia para os pequenos empreendedores, desde que usem a criatividade. “Um fabricante de sapatos, por exemplo, pode apostar no fim das caixas como uma oportunidade. O processo envolve mudanças na cultura do consumo, mas, ao mesmo tempo, diminui o custo com fabricação de embalagens e o impacto no ambiente”, diz o coordenador do curso do Senac-SP.

2. A HORA DO DESCARTE
Uma coisa é certa: nenhuma empresa, seja de pequeno ou grande porte, poderá dar conta dos resíduos de forma isolada. Para que a lei funcione, será necessário desenvolver um processo articulado que envolva empresas, prefeituras, associações setoriais, fornecedores, clientes, cooperativas e recicladoras. Não cabe ao empreendedor tentar solucionar, sozinho, a questão do descarte. Em vez disso, deve optar por parcerias com outras empresas ou pela terceirização do serviço.

A primeira medida é descobrir se a associação responsável pelo seu setor já conta com um plano de gerenciamento consolidado, e entender como seu negócio se encaixa nele. Outra providência é entrar em contato com empresas recicladoras e cooperativas de catadores de lixo que atendam ao seu segmento. Verifique se o possível parceiro tem licença ambiental para garantir a correta destinação desses resíduos. Também leve em consideração que a maior parte dessas empresas cobra pelo recolhimento do material: faça uma pesquisa e vá atrás do melhor preço.

Conscientizar clientes e fornecedores sobre a importância da coleta seletiva e centralizar os descartes foi a solução encontrada pela H Print, empresa com sede em Cuiabá que trabalha com gerenciamento eletrônico de documentos e manutenção de máquinas copiadoras. A marca, que tem um faturamento anual de R$ 40 milhões, começou o processo de gestão ambiental em 2009. Na época, iniciou a coleta seletiva de resíduos diversos, como papel, plástico e cartéis de toner, que também eram enviados por seus clientes. Só em junho deste ano foram recolhidos 1.149 cartuchos de tinta da filial de Curitiba e outros 528 na matriz em Cuiabá. Os resíduos são separados e posteriormente encaminhados a uma central de reciclagem, parceira da empresa. “Terceirizar a logística de recolhimento é mais barato do que manter uma estrutura com caminhões”, diz a gerente de Qualidade da H Print, Pietra Rosa. Os custos mensais de envio dos resíduos chegam a R$ 1.500, segundo ela.

Outra aposta da empresa foi cobrar dos fornecedores e parceiros termos de responsabilidade socio-ambiental. “Fazemos a medição do nível de fumaça preta emitida pelos caminhões dos transportadores que recolhem lâmpadas, e também daqueles que fornecem produtos químicos. Em alguns casos, solicitamos a manutenção preventiva ou corretiva dos veículos”, conta.

3. A AÇÃO DAS ENTIDADES
Alguns setores específicos, como os de pneus e embalagens, já contam com legislações próprias para regulamentar o ciclo de vida dos produtos. A Reciclanip, entidade mantida pelos cinco maiores fabricantes de pneus do país, afirma que consegue dar destino final a cada unidade comercializada. Atualmente, são 702 postos de coleta espalhados pelo país, criados em parceria com prefeituras e empresas privadas, em cidades com mais de 100 mil habitantes. Em 2009, foram recicladas 250 mil toneladas dos chamados pneus inservíveis – no ano seguinte, foram 311 mil toneladas. A expectativa é atingir 355 mil toneladas neste ano.

Empresas de menor porte já se beneficiam dessa gerenciadora e destinadora de resíduos. A revendedora Caçula de Pneus, com 22 lojas na Grande São Paulo e faturamento na casa dos R$ 60 milhões, é uma delas. Desde 2006, realiza um processo completo de destinação de pneus e óleos lubrificantes, que inclui a coleta, o armazenamento e a destinação desses pneus, seja para a própria Reciclanip, ou para empresas da cadeia de reciclagem da borracha. “Fizemos questão de homologar os quatro parceiros logísticos da empresa com um selo de qualidade para garantir a correta destinação dos inservíveis”, diz o diretor-executivo da empresa, Carlos Alberto Delphim.
Segundo o empresário, a prática da logística reversa ainda é bastante cara para o negócio. As próprias unidades da Caçula fazem a separação dos pneus, que são retirados pelas empresas de coleta. “Como conseguimos vender cerca de 50 mil carcaças por ano, isso acaba reduzindo as despesas com transporte”, diz. Para ele, o processo só passará a ser rentável quando o consumidor valorizar a atitude das empresas, que poderão repassar os custos da reciclagem nos produtos e serviços prestados.

4. O PAPEL DOS MUNICÍPIOS
As prefeituras também podem funcionar como um canal de descarte de lixo. Uma iniciativa nessa linha já é desenvolvida pelo Inovapoa, programa do departamento de Inovação e Tecnologia da Prefeitura de Porto Alegre. O plano começou em 2010, com uma feira de descarte de eletrônicos voltada para pessoas físicas. Foram coletadas 14 toneladas de equipamentos, posteriormente destinadas a empresas especializadas em separar os diferentes elementos da cadeia (plástico, metais, tubos de monitores e placas de circuito interno de computadores), para depois recolocá-los no mercado.
“Após a feira, dez novas empresas de reciclagem de eletrônicos foram criadas em Porto Alegre”, diz o secretário de Inovação e Tecnologia, Newton Braga Rosa. A prefeitura mantém três pontos de coleta onde consumidores e empresas podem despachar seus eletrônicos obsoletos. Também no Rio Grande do Sul, a Fecomércio local lançou em agosto uma campanha com empresas varejistas de 111 municípios. A ideia é estimular os consumidores a descartar corretamente esses itens.

GANHANDO DINHEIRO COM A NOVA LEI

Com a PNRS, deve crescer muito o mercado das empresas que trabalham com reciclagem, utilizando resíduos da produção industrial em seus produtos. A oferta de matéria-prima reciclada deve aumentar exponencialmente, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade desse tipo de empreendimento.

Uma das empresas que sairão ganhando é a Goóc, que desde 2004 fabrica sandálias e chinelos a partir de pneus reciclados. “Já utilizamos mais de dois milhões de pneus, cuja borracha foi regenerada para a fabricação de 15 milhões de calçados”, diz o vietnamita Thái Q. Nghiã, proprietário da Goóc, que tem um faturamento anual de R$ 20 milhões. Segundo ele, as sandálias da marca foram inspiradas nos modelos utilizados pelos vietcongs nos anos 60, durante a Guerra do Vietnã. Hoje, os calçados já estão espalhados por dois mil pontos de venda no Brasil.

A meta, até 2014, é comercializar 210 milhões de pares. “Ninguém no mundo faz um calçado com esse material”, diz.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Comércio eletrônico investe no potencial de consumo da classe C



As empresas investem cada vez mais no comércio virtual e criam facilidades de pagamento para atrair o novo público consumidor: a classe C. A empresária Andrea Bertagnoli descobriu um mercado promissor: vender roupas pela internet para mulheres da classe C. Ela montou uma butique virtual de camisas, calças, vestidos e shorts.

“O consumidor da classe C descobriu a internet nos últimos anos. (...) e a tendência é crescer muito. No próximo ano nos vamos bombar de fato a venda de moda na internet”, diz Andrea.
A empresária investiu R$ 600 mil no negócio em 2009. O dinheiro foi usado para construir o site, reformar este espaço, fazer estoque e divulgação.

Para vender roupas sem que o cliente possa experimentar, a empresária tem alguns segredos. O primeiro está no tecido flexível, que se molda ao corpo da cliente. Outro está com as costureiras: cada peça é medida de cima a baixo, comprimento, quadril, cintura, até largura de perna e braço. E as medidas vão pro site. E aí entra mais uma ideia que revolucionou as vendas.

“Nós temos uma bonequinha no site que ensina a nossa cliente a se medir. Isso faz com que ela compre consciente de suas medidas, comparando com as do site, e isso reduz muitas trocas”, diz Andrea.

Tabita Mendes entrou na loja virtual, escolheu a roupa, tirou as próprias medidas e fez a compra. A empresa entregou a mercadoria por motoboy, no mesmo dia. “Eu comprei pela praticidade, hoje eu precisava ir numa festa e assim vem muito rápido”, conta a cliente.

Uma pesquisa do E-bit, uma empresa especializada em informações de comércio eletrônico, revela que, só nos últimos dois anos, 5 milhões de novos consumidores da classe c passaram a fazer compras pela internet.

“O ticket médio (valor médio da compra) do consumidor com renda até R$ 3 mi, é de R$ 320 por compra. Não é muito diferente da internet geral, que é de R$ 355”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing da empresa. E o maior gasto desse novo consumidor pela internet é com os eletrônicos. São celulares, câmeras digitais, notebooks e todo tipo de acessórios.

Em São Paulo, um dos maiores centros do comércio de eletrônicos está no bairro de Santa Ifigênia, na região central da cidade. No local existem centenas de boxes, como o pertencente aos empresários Rita Airis e José Feitosa. Desde 1999, o casal vende telefones celulares e acessórios e, há dois anos, eles descobriram que podem faturar alto com a internet.

Com investimento de R$ 2,5 mil, eles montaram um site de vendas voltado para a classe C. o negócio virtual já vende o mesmo que a loja física. “70 %dos clientes da internet são da classe C. E cada vez mais eles entram no site pra comprar, é o novo consumidor da internet”, diz Rita.
A loja virtual chama a atenção da classe C por ter preços 10% mais baixos que na loja física. E a explicação é que os custos da internet são bem menores.

“Para se ter uma idéia, o aluguel da loja física é de R$ 3,5 mil por mês. Já a loja virtual paga apenas R$ 250 por mês ao provedor da internet. Enquanto a loja física precisa de dois vendedores para atender os clientes, na loja virtual a própria empresária pega os pedidos uma vez por dia, em minutos.

Segundo os empresários, o consumidor da classe C tem um pouco de desconfiança com a internet, que, para ele, ainda é novidade. Por isso, uma das funções da loja física é transmitir segurança aos clientes. Também no bairro de Santa Ifigênia,o empresário Juliano de Araújo se deu bem com o comercio eletrônico para a classe C. Desde 2008, ele vende GPS, câmeras fotográficas, DVDs portáteis e tablets. Há seis meses, ele montou uma loja virtual, e dobrou o faturamento.

O empresário investiu R$ 2 mil para montar o site. Basta clicar no produto, colocar no carrinho e ver a simulação das parcelas. Ele não tem dúvidas de que o comercio eletrônico popular vai explodir em vendas daqui para frente.“A nossa expectativa até o final do ano é de ter 5 mil visitas por dia, e a gente calcula faturar 3 vezes mais do que na loja física com o site”, diz Juliano.

Fonte: PEGN

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Viagem ao passado

Por Fabianni Melo

A decoração com mil máquinas de costura – modelo antigo – expostas nas paredes e vitrines delatam o tom de originalidade e identidade da loja ALL SAINTS.

Com foco inicial na criação de roupas masculinas e seguindo um estilo jovial e despojado, a All Saints se destaca pelo conceito diferenciado adquirido com a mistura do contemporâneo e moderno, da decoração requintada e nas peças exclusivas. Hoje, a loja cria modelos femininos, mas, sem perder o estilo rock que a consagrou entre celebridades e público jovem.

As 105 lojas estabelecidas, principalmente, no Reino Unido e Estados Unidos, utilizam uma estratégia de marketing e publicidade distinta que tem dado resultado positivo. Os estilistas selecionam as peças de roupas e vestem as celebridades - atores e cantores – e desta forma chamam a atenção para o estilo das peças e para a marca da loja que ganha grande visibilidade.

O segredo para a criação das peças, que fazem tanto sucesso, está nas pesquisas realizadas junto aos clientes. Diferentemente do que imaginamos como pesquisa – questionário e caneta na mão - a loja encontrou uma forma particular para saber o que passa na cabeça do consumidor, seus desejos e assim captar a mensagem.

A pesquisa é feita face-a-face com o cliente. Todas as lojas têm um estilista responsável e ele dedica em torno de 3 horas/dia para circular pela loja e conversar com o cliente, sugerir peças e observar o comportamento. Desta forma, entende as necessidades, os desejos e o reproduzem nas peças.

A tecnologia está presente em meio a decoração antiga. Em toda a loja há tablets, estrategicamente posicionados. O cliente tem a opção de sentir o produto, experimentar a peça e comprá-la – de dentro da loja – pela internet. Basta o cliente preencher um pequeno cadastro para ter a sua peça de roupa entregue em casa, sem precisar carregar sacolas.

O ambiente com iluminação quente valorizando as peças e a música estilo rock reafirma a originalidade da marca e nos convida a experimentar, a sentir e viver um pouco do passado em harmonia com o presente.

Arroz para os Ricos

Por Fabianni Melo

Arroz Doce! Com esta iguaria básica e popular um empresário norte-americano inovou, reinventou e apresentou combinações inusitadas do doce.

A loja Rice to Richies, ou em português, Arroz para os Ricos, é a única doceria do mundo que vende só arroz doce. A idéia surgiu depois de uma viagem à Itália. Inspirado nas gelaterias italianas, o empresário resolveu criar uma doceria inovadora que oferece diferentes sabores de arroz doce.

Com visual super moderno, cores vibrantes e senso de humor interessante que enfeitam as paredes com frases criativas, a loja oferece 21 sabores deste tradicional doce que ganha um up-grade com coberturas, frutas e geléias. O nome dos sabores chama a atenção pela excentricidade: Chocolate Carnívoro, Entendendo Baunilha, Vida Secreta da Abóbora e Chocolate Abraço de Urso são alguns exemplos.

O doce é servido em potes coloridos com a marca da loja e que podem ser levados para a casa. A embalagem e a colher certamente são um diferencial. Possuem formato ideal para o transporte e consumo do produto, além de serem coloridas e divertidas, podem ser compradas em pacotes com 6 ou 12 unidades vendidos na própria loja.

As porções dos doces variam de tamanho, para quem está de dieta tem a porção DIVA e para quem não está se importando com isso pode experimentar a porção SUMÔ. A criatividade de tornar algo básico em produto “elitizado” faz sucesso entre os nova-iorquinos. Para quem topa conhecer e experimentar coisas diferentes esse é o lugar!

Aproveite a idéia, inspire-se, crie e inove!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Aluguel de brinquedos faz sucesso em São Paulo

Ganhar brinquedo novo é um dos principais motivos de alegria para as crianças. Porém, rapidamente o presente perde o interesse e é deixado de lado. Pensando nisso um empresário de São Paulo teve a ideia de criar uma locadora de brinquedo. Com o formato de locação os pequenos nunca enjoam dos brinquedos e a pilha de carrinhos e boneca diminui bastante dentro de casa. Assista o vídeo AQUI


Fonte: Jornal do SBT

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dia das bruxas movimenta o comércio de fantasias



A festa do “dia das bruxas”, comemorada no dia 31 de outubro, é tradicional principalmente nos Estados Unidos. Mas o Brasil também pegou carona na data, que hoje movimenta o comércio de fantasias.

Na loja do empresário Simon Lubieniecki, especializada em artigos para festa, os produtos de Halloween estão por toda a parte – são mais de 7 mil itens. O empresário montou a loja há seis anos. Ele e a mulher trabalham com acessórios temáticos para festas o ano todo, mas é no Halloween que o faturamento dobra. “Junto com o carnaval, é a data onde faturamos mais, que se vende mais. E ano após ano está crescendo cada vez mais essa moda de celebrar esta festa americana”, diz Lubieniecki.

Quem quiser entrar no clima do dia das bruxas pode escolher entre morcegos, aranhas, fantasminhas que brilham no escuro e adesivos. Os preços vão de R$ 1, os itens mais simples, até R$ 30, caso de bonecos sofisticados. Mais da metade dos produtos, o empresário importa da China. Porém alguns itens chegam de fornecedores nacionais.

A empresa de Alexandre Pereira é uma das que fornecem acessórios para a loja de Lubieniecki. Na linha de produção, são montados mais de 10 mil itens de Halloween por dia. A maioria dos produtos chega praticamente pronta. A empresa compra o material de fornecedores terceirizados para otimizar tempo e custo. E as funcionárias fazem o acabamento e a checagem das peças.

O empresário vende os acessórios no atacado para mais de 400 clientes de todo o Brasil. Este ano, espera um crescimento de 30% nos negócios. “Vou tentando criar novos produtos, mudar alguma coisa ali pra proporcionar coisa diferente pra que haja interesse maior do consumidor”, diz Pereira.

A empresária Aline Fernandes montou uma loja de fantasias e também fatura com a comemoração do dia das bruxas. O investimento foi R$ 90 mil na montagem do espaço. Ela vende e aluga mais de 400 fantasias, no mês de outubro. “O Halloween, sem sombra de dúvida, é o mês do nosso negócio. A gente vive pro mês do Halloween”, diz Aline. “Eu não tenho peças repetidas, eu tenho modelos diferentes que atendem ao público que não quer uma fantasia que vá rasgar, ou que o zíper vá estourar no meio da festa”.

A loja fatura cerca de R$ 50 mil em outubro e chega a R$ 400 mil no ano. E a empresária acredita que este ano terá bons motivos para comemorar a data. “A gente espera um super crescimento de pelo menos 20%, 15% nas vendas. Porque agora as escolas infantis já aderiram ao Halloween também. Não é só mais de baile de Carnaval.

Fonte: PEGN

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

7 dicas para aumentar suas vendas

Por Camila Zanqueta

Publicado em www.pensandogrande.com.br


Quando suas vendas caem, todo o equilíbrio da empresa está em risco. É preciso colocar a criatividade em ação e recuperar o tempo perdido. Mas nem sempre o pequeno empresário tem tempo ou experiência para desenvolver um plano de marketing. O portal Entrepreneur, especializado em empreendedorismo, publicou sete dicas de Kim Gordon, especialista em marketing, para aumentar suas vendas. Para ela é fundamental manter suas campanhas de marketing inovadoras e com foco em seu público. Confira abaixo as dicas de Kim:

1. Restabeleça postos de escuta

Uma estratégia inteligente de marketing depende inteiramente de entender o seu cliente. Você precisa saber não só quem eles são e o que querem comprar, mas por que eles compram – e por que eles escolhem para comprar de você. Redobre seus esforços de diálogo com as mídias, fóruns e blogs. E obtenha um feedback direto dos seus clientes ou por meio de seus vendedores.

2. Anuncie promoções especiais

Use incentivos especiais para atrair seus clientes para promoções de curto prazo. Os consumidores conscientes estão à procura de bons preços e benefícios e as promoções são um chamariz para a maioria dos grupos econômicos. Os cupons são cada vez mais vitais e há um aumento significativo na conveniência de cupons online.

3. Melhore o gerenciamento

Durante o verão, o monitoramento e acompanhamento pode ter ficado um pouco ao acaso. Certifique-se de que todos que tenham contato com o público estejam atentos a cada nova pista que ouviram sobre a sua empresa. Faça as ligações geradas por este acompanhamento e responda-as em um prazo máximo de 24 horas. Hoje as vendas são construídas em relações de confiança que crescem de acordo com a excelência do serviço prestado ao cliente.

4. Mantenha o foco em novas ideias

Não confie exclusivamente em uma equipe pequena ou apenas o seu marketing pessoal para produzir novas ideias. Faça com que a responsabilidade de inovação seja de todos com sessões de brainstorming ou dando um reconhecimento especial para os indivíduos que tenham as sugestões mais inteligente. Se sua empresa tem poucos funcionários, monte um conselho consultivo experiente ou forme um grupo online consultivo composto por membros de seu público-alvo para dar dicas em troca de vantagens nas compras.

5. Renove suas campanhas de fidelidade

Você tem e-mail regular ou promoções de mala direta para sua base de clientes? Utilize o e-mail para fazer uma campanha de fidelidade enviando-os em uma frequência semanal ou quinzenal com uma programação consistente. Logo você terá descoberto quais os incentivos e mensagens funcionam melhor para reter e motivar seus clientes atuais e prospectar outros, além de gerar o maior retorno sobre o investimento.

6. Aposte na responsabilidade social

Nesta era de crescente responsabilidade social, clientes e potenciais clientes querem saber que você é um bom cidadão corporativo, e este é um ótimo momento para se alinhar a uma organização sem fins lucrativos. Você pode fornecer serviços pro bono ou promover uma campanha promocional para angariar. Só não se esqueça de promover a empresa através de seu site e da imprensa. Você vai fornecer ajuda onde ela é mais necessária e ganha elogios de seus clientes. Assim você faz o bem para o mundo e também para seu negócio!

7. Renove o seu conteúdo

Quando foi a última vez que você atualizou o conteúdo do seu site e sua família de ferramentas de vendas e marketing? O seu site é, em geral, o primeiro lugar em que potenciais clientes buscam saber mais sobre o seu negócio – por isso, é fundamental que a aparência do site e os temas sejam atuais. Imagine seu consumidor seguindo um caminho lógico em seu site, passo a passo para chegar a uma compra. Garanta que todos os materiais e mensagens estejam disponíveis facilmente. A cada dia há mais consumidores na web, esta é uma ótima maneira de alavancar as vendas.

domingo, 16 de outubro de 2011

O fator humano e a supervisão

Pare um minuto para pensar sobre “focos de excelência” na região que supervisiona. Pense naquele gerente-estrela, naqueles vendedores que fazem você desejar ter um departamento de clones, nos mágicos que criam vitrines que realmente atraem os clientes. Enfim, todas aquelas pessoas que têm contribuído substancialmente para o sucesso de sua região.

Agora imagine o que aconteceria se você pegasse cinco dessas pessoas extraordinárias e as colocasse todas em uma de suas lojas razoavelmente bem-sucedidas. Por que não tentar? Uma parte significativa do processo de “construir” sua loja-modelo envolve concentrar os seus melhores recursos em uma loja apenas: o seu melhor gerente, o vendedor mais habilidoso, o seu melhor plano para o salão de vendas, o mix ideal de mercadorias etc.

Se não for possível alterar os quadros das suas lojas para formar a equipe perfeita, estabeleça padrões de qualidade para a equipe de sua loja-modelo utilizando o perfil destas mesmas pessoas – e não faça por menos.

Mas, apesar de tudo isso, juntar partes perfeitas não é o suficiente. A estrutura de apoio dos sistemas operacionais, as normas e os procedimentos também precisam se bem feitos. Estes são alguns dos fatores menos tangíveis que podem impedir que uma loja seja bem-sucedida.

Fonte: varejista.com.br

sábado, 15 de outubro de 2011

O Retail Lab ESPM vai estar no BrWeek

Escrito por Elaine Medeiros / No Varejo

A ideia é proporcionar aos varejistas e demais visitantes do evento um laboratório capaz de entender as razões que levam o consumidor a comprar no PDV, por meio de testes e parâmetros consistentes de análises capazes de interpretar o que passa pela cabeça. O Retail Lab ESPM original já existe há cinco anos e se encontra dentro das instalações da ESPM, mas durante os dois dias de evento (25 e 26 de outubro) os líderes do varejo vão poder utilizá-lo como um espaço de integração, além de compreender como tudo funciona.

Para Ricardo Pastore, coordenador do núcleo de estudos do varejo da ESPM e um dos idealizadores do projeto, responsável pela formatação, metodologia e desenvolvimento de pesquisas experimentais que trazem resultados, o laboratório auxilia tanto aos alunos quanto ao mercado varejista. “Muitas empresas utilizam nosso espaço como um ambiente de testes para produtos, PDV ou qualquer outra variável dentro do marketing mix. Elas trazem por exemplo os seus consumidores e observam como eles reagem”, explica.

É a primeira vez que um evento desse porte traz um laboratório do mesmo nível. Com um detalhe: no BrWeek, a ideia vai mais além, ao ponto de integrar dentro do mesmo espaço tecnologias inovadoras como:

- Visual Report – Análise e Gestão Estratégica de Vitrines Inteligentes da Metacore: são vitrines dotadas de dispositivos que detectam o cliente quando ele chega ao PDV e fornece, por meio de gráficos, indicadores de performance do investimento em Visual Merchandising. Neles o varejista pode consultar em tempo real, por exemplo, informações que o ajudarão a gerenciar e entender como é a relação do seu cliente com sua vitrine, além de direcionar seus investimentos para ações mais efetivas. Tudo isso visualizado por um PC, smatphone ou tablet.

- Provador Virtual: utilizando tecnologias de visão computacional, os provadores virtuais mapeiam o corpo do cliente e transformam o ato de experimentar uma peça de roupa em uma experiência interativa, sem o uso de toques ou controles, já que o aplicativo reconhece os movimentos e gestos do usuário.

- QRcode e Monitoramento de Redes Sociais WebSia: tecnologia que permite ao cliente final passar seu smartphone sobre um código de barras e obter as informações que desejar, diretamente de uma central de atendimento/chat.

As pesquisas experimentais que acontecem no ambiente original são geralmente realizadas por observação a olho nu ou por câmera, após o pagamento de uma diária. Os resultados são sigilosos, mas Pastore nos adiantou que grandes varejistas passaram por lá. “Com o planograma (mapeamento da exposição dos produtos na gôndola) muitos de nossos clientes puderam acertar as decisões de compra dos seus consumidores no PDV”, exemplifica Pastore.

Os testes na ESPM costumam acontecer com os produtos dos segmentos de higiene e limpeza, farmácia, alimentação e confecções. E no caso do BrWeek, a proposta é mostrar, durante os dois dias, grande parte da tecnologia de ponta existente no mercado, dentro de um espaço composto por gôndolas, araras e prateleiras que darão uma ideia de como o laboratório original funciona e de como o varejista pode ousar ainda mais se tiver acesso às ferramentas certas.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Programa Varejo Fácil – ESGOTADO!

Faltando 11 dias para o término das inscrições para os cursos online do Programa Varejo Fácil, ontem, 13/10, concluímos o preenchimento das 6.000 vagas nos seis cursos ofertados.

Esta foi a 2ª rodada de oferta dos cursos focados para o varejo. As seis soluções abordam os temas: Técnicas de Vendas, Gestão do Visual de Loja, Gestão de Pessoas, Formação do Preço de Venda, Controles Financeiros e Atendimento ao Cliente.

Em 2011, tivemos 12.000 inscritos nos cursos e para 2012 reabriremos novas turmas.

Desejamos aos inscritos sucesso e bom aproveitamento!

Equipe do Comércio Varejista – SEBRAE/NA

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Atenção: cliente na loja!

Imagine a cena: o vendedor está na loja em um dia tão tranquilo que se distrai em uma conversa animada com os colegas. Ele fica tão entretido nela que continua falando, ignorando um cliente que entrou na loja.

O cliente em questão não parece promissor e não está concentrado em nenhum item em particular. Ele parece apenas estar passando os olhos aleatoriamente nos produtos e ainda não pediu ajuda. Dessa forma, o vendedor e seus colegas continuam a conversa; o cliente, então, circula um mais pouco pela loja e depois vai embora. A pergunta é: esta é uma maneira correta de trabalhar?

É fácil envolver-se num bate-papo com outros vendedores, especialmente quando não há nenhum movimento na loja. Porém, numa situação como essa, quando os clientes precisam de ajuda, sentem-se constrangidos em interromper os vendedores que obviamente estão envolvidos em conversas pessoais ou até de trabalho. Um cliente constrangido em interromper uma conversa pode acabar se sentindo irritado com o fato de ter sido ignorado. Isso é fato.

Lembre-se que o vendedor sempre pode encontrar tempo para bater papo com seus colegas, mas, sejamos claros: o salão de vendas não é o local apropriado para isso, especialmente se houver algum cliente na loja. Portanto, quando o vendedor está no salão de vendas não há nada mais importante do que o cliente.

Na teoria e na prática, o cliente sempre vem em primeiro lugar!

Fonte: varejista.com.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Marketing alternativo para o varejo multiformato

Escrito por Elaine Medeiros / No Varejo

No início era um simples estande, que depois se tornou uma loja e consequentemente uma rede de franquias, composta de óculos escuros e demais acessórios, conhecidos internacionalmente pela marca da pimenta. Até aí a história se equipararia a de alguns varejistas, se não fosse a ousadia da marca em “apimentar” um pouco mais suas ações de venda, aproximando o PDV dos clientes, por meio de novos conceitos como: a primeira vending machine de óculos do mundo e a loja itinerante conhecida como o "Chilli Truck".

“Nosso objetivo em 2010 era sair da mesmice e fazer com que o cliente convivesse mais com a marca. Mas estas duas estratégias acabaram superando nossas expectativas, despertando a curiosidade do cliente em visitar as nossas lojas tradicionais para nos conhecer melhor”, explica Mario Ponci Neto, diretor de expansão da Chilli Beans.

E os números revelados por ele confirmam essa tendência, já que as vendas aumentaram 35% de um ano para cá e os PDVs também, passando de 68 em 2010 (quando as ações começaram) para 90 pontos este ano. E olha que as duas máquinas self-service para a venda de óculos, instaladas apenas na estação Paulista do metrô, referem-se por enquanto a um projeto-piloto, que nos próximos cinco anos tende a se espalhar por todo o País.

Com a “Chilli Truck” - loja instalada dentro de um baú de caminhão, também conhecida como pop up store, que circula por todas as cidades do Brasil que não tiverem uma Chilli Bens – a coisa não é diferente. Após um ano rodando a estrada, a empresa pretende expandir a frota para 10 caminhões, no prazo máximo de três anos.

“Pensar em multiformatos não é só trabalhar a cabeça do consumidor para que ele entre na loja. Vai além disso...é criar um marketing alternativo, fazendo com que a nossa marca faça parte de suas intenções de compra, onde quer que ele vá”, complementa Neto.

Estes, entre outros assuntos, serão discutidos por ele, durante a palestra “Modelos de varejo multiformato como oportunidade competitiva”, que vai acontecer durante o BR Week, no próximo mês.